"Havia a ciência e havia o inexplicável, e Jeremy passara a vida tentando conciliar os dois."
Jeremy Marsh, um respeitado jornalista cuja especialidade é desmistificar o sobrenatural é enviado para Boone Creck, uma pequena cidade da Carolina do Norte para investigar o fenômeno de luzes que acontece à noite no cemitério local, que está afundando.
Em sua primeira visita ao local conhece Lexie, uma misteriosa bibliotecária órfã cuja vida amorosa não foi das melhores. Jeremy também tem uma história amorosa dolorosa, o que faz com que atualmente suas relações não passem de uma noite.
Lexie aparenta não confiar em homens e decidida a não deixar os flertes daquele sedutor nova-iorquiano. No entanto, ambos vão perceber que estão muito mais envolvidos que a busca da solução do mistério.
Apesar do sentimento que vai nascendo, Jeremy é um homem da cidade grande e chegou em Boone Creck já com a intenção de ir embora o mais rápido possível e Lexie está decidida a passar o resto de seus dias naquela cidade do interior.
Eles tem vários desafios pela frente que podem abalar a certeza de Jeremy de que não existem milagres e tudo pode ser justificado pela ciência, incluindo um segredo pessoal que ele possui.
No dia 29 de fevereiro, Mei, que completava oito anos naquele dia incomum, foi à confeitaria encomendar um bolo junto com a mãe e, quando saiu, esbarrou em um garoto que andava de bicicleta.
Mal sabia ela que aquele garoto, que também fazia aniversário naquele dia, tinha uma ligação maior que a data de aniversário em comum.
Os dois se reencontraram já adolescentes como colegas de escola, Atsushi é morador de um templo que enfrenta problemas por causa da mãe dependente de drogas que está pela quarta vez em uma clínica de recuperação e Mei, uma garota que estava passando por uma decepção amorosa.
Com a ajuda de Atsushi, ela vai entendendo que o destino é mais do que uma desculpa para ter uma história bonita.
A amizade entre os dois vai crescendo até se tornar romance mas, conforme os dois vão se aproximando, vários desafios vão surgindo e Atsushi será atingido por toda a culpa de algo que ele não fez, a mãe de Mei que conhece a mãe dele vai pedir para ele terminar com a filha e os dois acabarão se distanciando.
Tempos depois o destino interfere e eles novamente se reencontram e, com o passar do tempo, os dois vão descobrindo da forma mais dolorosa, que se conhecem desde muito antes de terem oito anos.
"É ótimo descobrir que ainda podemos surpreender a nós mesmos,
nos faz pensar no que mais podemos fazer que havíamos nos esquecido."
A família Burnham é a tradicional família exteriormente "perfeita" dos Estados Unidos, no entanto, na realidade anda a beira de um abismo. Carolyn é a mãe de família que tem sua mente completamente voltada para o sucesso e a competição mas no fundo é uma mulher frágil e facilmente se abala, apelando para a auto violência para tentar se obrigar a ser forte.
Jane é a filha única e, como os pais costumam dizer, aborrecente, vive imersa em pensamentos confusos causados pela falta de exemplo em sua casa e tem complexo existencial por causa de seus seios.
O pai de família, Lester, é tratado como escória em sua vida familiar e no trabalho mas sua atitude começa a mudar quando ele conhece Angela, a independente e confiante amiga de sua filha e Ricky, seu vizinho que no decorrer do filme se interessa por Jane e passa a namorar com ela e os dois vão descobrir a sexualidade.
Lester a partir desse ponto vai tentar seguir o caminho de volta para a vida que levava nos anos 70, deixando seu emprego para tornar-se então balconista de um fast food, fumar maconha como era comum naquela época e também malhar para poder chamar a atenção da bela Angela que vive invadindo sua mente em ilusões eróticas.
O sonho de Angela é ser modelo e demonstra ser inescrupulosa, ousada e capaz de usar o próprio corpo para alcançá-lo, adquirindo desde cedo o gosto pelo olhar desejoso dos homens, inclusive o do pai de sua melhor amiga, mesmo tendo conhecimento de que ele é casado.
O casamento de Lester e Carolyn, já há anos abalado começa a se deteriorar de vez, com a aparição de Angela e de Buddy, o bem sucedido imobiliário que, por ter a mesma ambição de Carolyn e o mesmo pensamento de que é preciso viver pela imagem, começa a chamar a atenção dela até rapidamente chegar ao adultério.
No entanto, Lester está decidido a não se deixar abalar e Angela continua sendo sua inspiração para poder alcançar a vida desejada porém, a cada passo que Lester vai dando em direção à "juventude", mais perto ele caminha para a própria morte.
Hoje trago a vocês uma ferramenta de aprendizagem do japonês de uma forma menos trabalhosa e eficiente: o Anki.
É um programa que permite a montagem de conjunto de flashcards onde você pode escrever os kanjis que vai aprendendo assim como seu hiragana e a tradução, assim como a imagem ao lado. O melhor de tudo, é em português!
Achei há algumas semanas no site aprendendo japonês e está me ajudando muito. Aliás, aproveitando para dar uma dica para quem também está aprendendo por conta assim como eu: copie as letras de músicas e coloque o hiragana em cima do kanji e em seguida faça um vocabulário assim kanji+hiragana+significado e copie depois no Anki, assim vai facilitar para decorar a música, melhorar a caligrafia e aumentar o vocabulário!
Nesse blog você pode ter mais orientações sobre o Anki: site de japones
Esta é a nova sessão do blog onde vou usar os estudos feitos em sala de aula para fazer postagens explicativas sobre as obras literárias (poesia, teatro, conto, romance etc.) Espero poder ser útil para os estudantes e apreciadores de bons livros.
O Retrato Oval (Edgar Allan Poe)
O château em que meu criado se arriscara a forçar entrada, em vez de me deixar, em minha desesperadora condição de ferido, passar uma noite ao relento, era uma daquelas construções mesclando melancolia e grandeza que por muito tempo carranquearam entre os Apeninos, tanto na realidade quanto na imaginação da Sra. Radcliffe. Ao que tudo indicava, fora abandonado havia pouco e temporariamente. Acomodamo-nos num dos quartos menores e menos suntuosamente mobiliados, que ficava num remoto torreão do edifício. Sua decoração era rica, porém esfarrapada e antiga. As paredes estavam forradas com tapeçarias e ornadas com diversos e multiformes troféus heráldicos, juntamente com um número inusual de espirituosas pinturas modernas em molduras de ricos arabescos dourados. Por essas pinturas, que pendiam das paredes não só de suas principais superfícies, mas de muitos recessos que a arquitetura bizarra do château fez necessários; por essas pinturas meu delírio incipiente, talvez, fizera-me tomar interesse profundo; de modo que ordenei a Pedro fechar os pesados postigos do quarto – visto que já era noite – acender as chamas de um alto candelabro que se encontrava à cabeceira de minha cama e abrir amplamente as cortinas franjadas de veludo negro que a envolviam. Desejei que tudo isso fosse feito para que pudesse abandonar-me, ao menos alternativamente, se não adormecesse, à contemplação das pinturas e à leitura atenta de um pequeno volume encontrado sobre o travesseiro, que se propunha a criticá-las e descrevê-las.
Por longo, longo tempo li, e com devoção e dedicação contemplei-as. Rápidas e gloriosas, as horas voaram e a meia-noite profunda veio. A posição do candelabro me desagradava, e estendendo a mão com dificuldade, em vez de perturbar meu criado adormecido, ajeitei-o a fim de lançar seus raios de luz mais em cheio sobre o livro.Mas a ação produziu um efeito completamente imprevisto. Os raios das numerosas velas (pois eram muitas) agora caíam num nicho do quarto que até o momento estivera mergulhado em profunda sombra por uma das colunas da cama. Assim, vi sob a luz vívida um quadro não notado antes. Era o retrato de uma jovem, quase mulher feita. Olhei a pintura apressadamente e fechei os olhos. Não foi a princípio claro para minha própria percepção por que fiz isso. Todavia, enquanto minhas pálpebras permaneciam dessa forma fechadas, revi na mente a reação de fechá-las. Foi um movimento impulsivo para ganhar tempo para pensar – para me certificar de que minha vista não me enganara – para acalmar e dominar minha fantasia para uma observação mais calma e segura. Momentos depois, novamente olhei fixamente a pintura.O que agora eu via, certamente não podia e não queria duvidar, pois o primeiro clarão das velas sobre a tela dissipara o estupor de sonho que me roubava os sentidos, despertando-me imediatamente à realidade.
O retrato, já o disse, era o de uma jovem. Uma mera cabeça e ombros, feitos à maneira denominada tecnicamente de vinheta, muito ao estilo das cabeças favoritas de Sully. Os braços, o busto e as pontas dos radiantes cabelos se dissolviam imperceptivelmente na vaga mas profunda sombra que formava o fundo do conjunto. A moldura era oval, ricamente dourada e filigranada à mourisca. Como objeto artístico, nada poderia ser mais admirável do que aquela pintura em si. Mas não seria a elaboração da obra nem a beleza imortal daquela face o que tão repentinamente e com veemência comoveu-me. Tampouco teria minha fantasia, sacudida de seu meio-sono, tomado a cabeça pela de uma pessoa viva. Vi logo que as peculiaridades do desenho, do vinhetado e da moldura devem ter dissipado instantaneamente tal idéia – e até mesmo evitado sua cogitação momentânea. Pensando seriamente acerca desses pontos, permaneci, talvez uma hora, meio sentado, meio reclinado, com minha vista pregada ao retrato. Enfim, satisfeito com o verdadeiro segredo de seu efeito, caí de costas na cama. Descobrira o feitiço do quadro numa absoluta naturalidade de expressão, a qual primeiro espantou-me e por fim me confundiu, dominou-me e me aterrorizou. Com profundo e reverente temor, recoloquei o candelabro na posição anterior. Sendo a causa de minha profunda agitação colocada assim fora de vista, busquei avidamente o volume que tratava das pinturas e suas histórias. Dirigindo-me ao número que designava o retrato oval, li as vagas e singulares palavras que se seguem:“Era uma donzela de raríssima beleza, não mais encantadora do que cheia de alegria. Má foi a hora em que viu, amou e desposou o pintor. Ele, apaixonado, estudioso, austero, e tendo já em sua Arte uma esposa; ela, uma donzela de raríssima beleza, não mais encantadora do que cheia de alegria; toda luz e sorrisos, e travessa como uma corça nova; amando e acarinhando todas as coisas; odiando apenas a Arte, sua rival; temendo só a paleta, os pincéis e outros desfavoráveis instrumentos que a privavam do rosto do amado. Era, portanto, uma coisa terrível para essa dama ouvir o pintor falar de seu desejo de retratar justo sua jovem esposa. No entanto, ela era humilde e obediente, e posou submissa por muitas semanas na escura e alta câmara do torreão, onde a luz caía somente do teto sobre a pálida tela. Mas ele, o pintor, glorificava-se com sua obra, que continuava hora após hora, dia após dia. E era um homem apaixonado, impetuoso e taciturno, que se perdia em devaneios; de maneira que não queria ver que a luz espectral que caía naquele torreão isolado debilitava a saúde e a vivacidade de sua esposa, que definhava visivelmente para todos, exceto para ele. Contudo, ela continuava a sorrir imóvel, docilmente, porque viu que o pintor (que tinha grande renome) adquiriu um fervoroso e ardente prazer em sua tarefa e trabalhava dia e noite para pintar a que tanto o amava, aquela que a cada dia ficava mais desalentada e fraca. E, em verdade, alguns que viram o retrato falaram, em voz baixa, de sua semelhança como de uma poderosa maravilha, e uma prova não só da força do pintor como de seu profundo amor pela qual ele pintava tão insuperavelmente bem. Finalmente, como o trabalho se aproximava da conclusão, ninguém mais foi admitido no torreão, pois o pintor enlouquecera com o ardor da obra, raramente desviando os olhos da tela, mesmo para olhar o rosto da esposa. Não queria ver que as tintas que espalhava na tela eram tiradas das faces da que posava junto a ele. E quando muitas semanas nocivas se passaram e pouco restava a fazer, salvo uma pincelada na boca e um tom nos olhos, o espírito da dama novamente bruxuleou como a chama no bocal da lâmpada. Então, a pincelada foi dada e o tom aplicado, e, por um momento, o pintor se deteve extasiado diante da obra em que trabalhara. Porém, em seguida, enquanto ainda a contemplava, ficou trêmulo, muito pálido e espantado, exclamando em voz alta: ‘Isto é de fato a própria Vida!’ Voltou-se repentinamente para olhar a amada: – Estava morta!”
Há traços presentes em toda obra de Edgar Allan Poe que estão presentes nesse conto e são fundamentais.
Em um primeiro momento podemos identificar um fato pressuposto que é o protagonista chegar ao castelo por conta de um ferimento e esse ferimento é a segunda característica das obras de Poe que aparece, pois sempre estão aniquiladas por doenças ou, como no caso deste conto, de ferimentos.
É notável a presença, ou melhor, ausência de algo notável nas obras de Poe: O protagonista não tem nome assim como a maioria de suas personagens.
Em todo o conto há a presença de duplos como os dois exemplos citados abaixo:
- A sala escura e a única fonte de luz que entra por ela;
- A vida que vai surgindo na pintura e a que se esvai da modelo;
- A modelo que vai sendo eternizada na pintura e vai sendo sacrificada na realidade. As personagens de Poe são constantemente torturadas por um mundo infernal, fato que pode ser exemplificado pelo pintor que enlouquece devido à obsessão de chegar à perfeição, da modelo que tem como a arte sua única rival e acaba morrendo por ela e do protagonista que vai desesperadamente tentar desvendar quem é aquela moça e depois é atormentado ao saber o que aconteceu.
O conto é narrado em primeira pessoa, o que pode ser justificado pelo fato de ser um conto (Neo) Romântico e nesta escola literária o ser humano volta para si mesmo.
O tempo da narrativa, outro traço das obras de Poe, é outro aspecto importante da obra: o ponto alto acontece à meia noite que é a hora indefinida, é a hora de mistério. Nessa hora o protagonista está com o candelabro em mãos e ele ilumina o retrato oval. O inesperado acontece e, com a luz surge a revelação do enigma que pouco a pouco vai sendo revelado com a leitura do livrinho. De uma pessoa aniquilada, o protagonista vai passando para um homem vigoroso, obcecado para desvendar o retrato e a beleza da jovem, e depois, volta a aniquilar-se com a descoberta da morte da modelo. Aí vemos outra característica de suas obras: De um estado penoso a personagem passa para um de esperança e logo volta a definhar.
Um detalhe interessante que podemos citar é a escolha dos olhos e da boca como traços restantes para a finalização do desenho pois ambos são símbolos máximos de feminilidade e de vida, enquanto os olhos adquiriam brilho e a boca, um tom rosado, os olhos da modelo íam se apagando e a boca perdendo a cor.
Da história d'O Retrato Oval podemos criar várias hipóteses sobre o que aconteceu antes e depois da morte da modelo e o encontro do retrato:
- Como e por que o protagonista estava ferido?
- O que o pintor fez depois que se deparou com a sua esposa morta?
- O que o protagonista fez depois de saber da história da moça do retrato?
- De quem era aquele pequeno quarto?
- De quem era o castelo?
- Quem escreveu o livrinho e por que ele estava em cima da cama?
Para encerrar o post sobre O Retrato Oval, abaixo está um curta-metragem espanhol reproduzindo este conto.
"Você teve seu pequeno mundo chamado Zoológico, vivendo com liberdade como um ser humano, entretanto Diva viveu trancada em uma torre como um animal enjaulado."
Otonashi Saya passou um ano rodeado de carinho de seu pai adotivo e seus dois irmãos também adotivos porém, há coisas estranhas nela: ela precisa de transfusões regulares de sangue e, além disso, não tem lembranças de antes de ter sido adotada mas tem flashs de épocas do passado em que ela não poderia ter vivido se fosse uma garota comum.
Aos poucos Saya vai entendendo que todos que convivem com ela carregam segredos que ela nem imagina e que deverá carregar em suas costas a missão que ninguém mais pode ter de salvar com seu sangue a raça humana da ameaça dos Chiropterans. Porém, o que Saya não imaginava era que sua proximidade com essa raça era mais do que caçador e presa e que tudo tem relação com uma Chiropteran em especial, alguém que tem o mesmo rosto que ela e, acima de tudo, o mesmo sangue.
Diva, a irmã de Saya viveu muitos anos trancada em uma torre, servindo como cobaia de várias experiências como um animal, sem ter carinho dos humanos. Por alguma razão, ela é liberta da torre e passa a matar e transformar humanos em Chiropterans.
A única companhia de Diva após esse momento são seus Chevaliers, Chiropterans mais fortes e mais inteligentes que tem como obrigação protegê-la.
Diva começa a fazer parte de um projeto de usar sua bela voz para que a transformação seja feita de forma mais rápida, porém, sua vontade é bem diferente da ambição de um de seus Chevalliers.
Qual das duas irmãs sobrevirá após as cortinas do ato final?
"Um pássaro pode amar um peixe, mas onde eles viveriam?"
"Era uma vez uma menina que amava muito seu pai", é assim que a tataraneta de Cinderela, ou melhor, Danielle de Barbarrac começa a narrar na presença dos Irmãos Grimm a história que foi transformada em contos de fadas com abóboras, fada madrinha e ratos.
Após a morte do pai de Danielle, sua madrasta a fez trabalhar como criada enquanto ela e suas filhas torravam o dinheiro sem se preocupar com a fazenda em que moram, sendo capaz de vender um dos criados que ali trabalhavam para pagar uma dívida. Para evitar isso, Danielle se vê obrigada a se vestir de cortesã e, usando as boas palavras que sua paixão pela leitura a proporcionaram, não só o libertou como chamou a atenção de ninguém menos que o príncipe.
O príncipe, um homem imaturo que sempre foge de suas obrigações e está preso a um casamento arranjado que favoreceria a França e a Espanha, vê naquela mulher desconhecida alguém totalmente diferente e, quando lhe pergunta seu nome, ela lhe dá o nome da mãe dela, Nicole.
Por um acaso do destino, eles se encontram de novo e, logo o estranhamento entre os dois se transformou em fascínio porém, Danielle se depara com a ameaça de acabar perdendo para as intrigas feitas pela madrasta que tenta fazer sua bela e provocante filha roubar a atenção do príncipe porém, ela não se deixa abater nem pelo açoite e, com a ajuda dos outros criados e do gênio Leonardo da Vinci, consegue mostrar que mesmo duas pessoas totalmente diferentes como um príncipe e uma serviçal podem se completar e serem felizes se derem uma chance.
Uma Princesa Diferente
Danielle foi criada pelo pai e, por isso, não tem os modos tão prezados em uma sociedade em que as garotas educadas e delicadas são oferecidas à realeza como moeda de troca. Ela preza o legado de seu pai e o amor pela leitura, tendo, assim, ideias a frente de seu tempo. O fato que mais surpreende em Danielle é a capacidade de defender-se sem precisar da ajuda de homens ou de qualquer outra coisa, como normalmente vemos nas personagens de contos de fadas e isso nos proporciona uma cena incrível onde ela, mesmo tendo sido desprezada pelo príncipe quando sua verdadeira identidade foi desmascarada e vendida para um rico e influente homem da região o enfrenta quando ele tenta tê-la à força, consegue revidar usando a arte das espadas que seu pai lhe ensinou e, assim, libertar-se.